O que faz da Disney a empresa mais preparada para o futuro

O que minha empresa deve ter para sobreviver às próximas décadas? Décadas? A pergunta, por si, já traz uma série de desafios. Em um mundo em que termos como agile, exponencial e abundância são cada vez mais utilizadas, futuro pode ser uma palavra ultrapassada. No entanto, algumas combinações podem indicar, ao menos, as empresas que estão mais bem preparadas para esse tempo que está por vir, independentemente se ele representa dez ou dois anos.

A consultoria FutureBrand possui um índice que mapeia as empresas melhor preparadas para o futuro. O último havia sido lançado em 2016 e o mais recente foi divulgado no último dia 9. O índice analisou as respostas de um grupo de três mil pessoas, entre homens e mulheres, de 21 a 75 anos. Entre os perfis estão executivos, funcionários públicos, empresários e donos de startups. O principal conceito dentro do índice é o “futureproof factor” que determina o quão bem posicionadas as marcas estão para obter sucesso no futuro.

Na edição deste ano, as marcas líderes do índice são Disney, seguida pela empresa chinesa Moutai, a companhia farmacêutica Gilead, Apple, a biofarmacêutica Abbvie, Nike, a financeira chinesa Pingan, Naspers, Samsung e Nvidia. Na edição 2018 do estudo foram identificadas algumas tendências como a ascensão da China em uma nova fase, o desaquecimento do setor de tecnologia e a resiliência de empresas tradicionais.

O índice também mostra que quase todas as empresas de tecnologia sofreram uma queda nas percepções: uma visão clara do futuro (de 39% em 2014 para 34% em 2018), capacidade de gerar mudanças positivas (de 34% em 2014 para 29% em 2018) e ideais e princípios fortes (de 36% em 2014 para 31% em 2018).

Em comparação à edição anterior do Index (2016), a Disney passou do 4o para o 1o lugar. Em parte, uma das razões está relacionada à queda na percepção das empresas de tecnologia.

Daniel Alencar, sócio-diretor da FutureBrand São Paulo, explica ao Meio & Mensagem que na medida em que as empresas evoluem em inovação, aumentam as expectativas dos consumidores e, logo, a obrigação para que continuem evoluindo. “A Disney soube se atualizar sem perder sua essência, o que solidificou a sua identidade e a manteve interessante para todas as gerações. No ano de 2016, 57% dos entrevistados do FutureBrand Index já enxergavam a marca evoluindo. Em 2018, esse número saltou para 66%, o que mostra a capacidade da Disney de se manter relevante ao longo do tempo”, explica Alencar.

Ainda de acordo com Alencar, entre muitos exemplos da capacidade de a empresa manter a conexão com o seu tempo, estão a aquisição de estúdios como Marvel Entertainment e Lucasfilm, assim como a criação de novas atrações em seus resorts – entre eles as terras do Avatar e Star Wars, além do hotel temático sobre a saga Jedi. “Entre os atributos avaliados no FutureBrand Index, ‘história’ e ‘prazer’ são os que mais se destacam no caso da Disney. Se pensarmos no modo como a marca constrói a relação emocional com as pessoas, isso fica ainda mais nítido. A Disney nasceu com um propósito inspirador: o de almejar ser uma das maiores produtoras e provedoras de entretenimento e informação do mundo. Isso ajuda a direcionar seu caminho para o futuro e também orienta a construção da sua história”, diz Alencar.

A Apple, que ocupava o 1olugar em 2016, caiu para a 4posição em 2018. O Facebook também apresentou uma queda expressiva, de 37 posições.

Maria Inêz Murad, professora da pós-graduação em Branding e Reputação da FAAP, afirma que sociabilidade e emoção são elementos chaves para a existência da empresa. “A Disney trabalha com consistência valores universais intimamente relacionados à sentimentos humanos profundos. Oferece experiências memoráveis gerando histórias inesquecíveis que são compartilhadas de geração a geração. Consegue ser relevante para crianças de todas as idades indo além da idade cronológica proporcionando uma experiência para pais e filhos viverem juntos”, afirma.

Vida e arte de Basquiat vão se transformar em um musical na Broadway

Apesar de muita gente torcer o nariz para musicais, temos de admitir que eles podem ser excelentes maneiras de nos mostrar mais sobre a vida de um artista, de maneira lúdica e simples. Foi pensando nisso que o músico e premiado diretor de espetáculos musicais – John Doyle, decidiu transformar a vida de Jean-Michel Basquiat em musical da Broadway.

A vida do artista foi rápida, intensa e marcada por altos e baixos. Hoje, 30 anos após sua morte, ela ainda é forte influência para artistas, grafiteiros ou simples mortais, como nós. Quando morreu – em 1988, de overdose, ele já era uma estrela no pulsante cenário artístico de Nova York e, hoje suas obras costumam ser adquiridas por altíssimos preços em leiloes de arte pelo mundo inteiro.

Basquiat deixou 2 irmãs, que afirmam terem recebido diversas propostas para apresentar a vida de seu irmão nos palcos, mas somente a ideia de Dolye que as encantou: Ao longo dos anos, muitas pessoas nos abordaram sobre contar a história de nosso irmão no palco. Nosso interesse foi despertado quando entendemos que sua abordagem de contar a história de nosso irmão trata sua vida, sua arte e seu legado com respeito e paixão“, disseram ao site It’s Nice That.

A estreia ainda não tem data para acontecer, mas uma coisa já podemos adiantar: este provavelmente será o musical mais disputado dos últimos tempos!

Fonte: Hypeness

Acusada de embranquecimento, Disney redesenha ‘Princesa Tiana’ em ‘Detona Ralph’

Desde a primeira aparição da Princesa Tiana em Detona Ralph, a Disney foi alvo de inúmeras críticas por causa do tom de pele mais claro e traços distante do fenótipo de uma mulher negrada personagem. A pressão aumentou e grupos com o Color of Change – instrumento de combate ao racismo sistêmico disseminado por muitos veículos de comunicação, a gigante do cinema mundial resolveu voltar atrás. Segundo noticiou o The Wall Street Journal, a Disney se comprometeu em redesenhar a Princesa Tiana, desta vez com características mais próximas a de uma mulher negra. A decisão vem, sobretudo, por causa dos insistentes pedidos de Anika Noni Rose, a atriz responsável pela voz da personagem.

Dá pra perceber bem a diferença, né? No Twitter, Rashad Robinson, presidente da Color of Change, comemorou a decisão. “Grande notícia. Por causa dos membros da COC (Color of Change), a Princesa Tiana vai ser redesenhada desta vez mantendo a forma original. Agora, garotas negras vão poder assistir Detona Ralph e encontrar a princesa com uma cor de pele que realmente parece com as delas”.

Na versão anterior, Tiana aparecia com traços mais finos e a pele embranquecida. Na versão anterior, Tiana aparecia com a pele visivelmente embranquecida e com um cabelo mais para o cacheado. Além disso, a princesa possuía traços finos. “Assim eu posso apresentar para as meninas (e adultos também) a importância da representatividade por meio do tom de pele, do nariz arredondado, que agora vão ser retratados com maestria no filme”, encerrou  Anika Noni Rose.

Fonte: Hypeness

USP oferece curso de história do Brasil de graça e online

Conhecer a história de um país é fundamental para entender como as sociedades se organizaram e chegaram até o momento presente, auxiliando a compreender os problemas que persistem e a buscar alternativas para solucioná-los. Criada em 2009, a Univesp TV é um canal de televisão que produz e veicula conteúdo acadêmico ligado à USP, Unicamp, Unesp e Univesp, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo.

A Univesp TV conta também com um canal no Youtube que, além de transmitir ao vivo o que passa na televisão, reúne várias playlists com professores universitários dando aulas sobre os temas que dominam.

Uma das que mais gostamos é a do Curso Livre de História do Brasil, que agrupa 15 vídeos em que professores da USP falam, em formato de entrevista, sobre diferentes temas, como a influência dos Jesuítas, Dom João VI, a Independência, a abolição da escravatura, a Primeira República e História da Alfabetização.

Uma ótima opção para quem quer aprender com grandes professores e de onde quiser!

Fonte: Hypeness

De olho no futuro, Islândia é primeiro país do mundo a comercializar chicletes sem plástico

Você sabia que o principal ingrediente da maioria das gomas de mascar vendidas mundo afora é a “borracha-base”, uma substância não biodegradável feita a partir de polímeros sintéticos, isto é, o plástico? O restante é uma mistura de gomas de resinas naturais, sintéticas, açucaradas, aromatizantes e artificiais.

A Islândia realizou uma investigação sobre a opinião das pessoas em relação ao plástico e descobriu que, dos 2.000 entrevistados, 85% ignoram o fato dos chicletes terem plástico em sua composição. Certamente sabemos que mastigar plástico não é nada saudável, além disso, há preocupações ambientais.

A pesquisa também mostrou que das mais de 100.000 toneladas de chiclete consumidas anualmente, 95% acabam sendo eliminadas nas ruas das cidades, o que justifica os recentes investimentos milionários que o governo têm feito para solucionar o problema.

É por isso que empresas como a Simply Gum (que fabrica o novo produto na Islândia) decidiram oferecer uma alternativa biodegradável, uma solução favorável ao meio ambiente. Esta semana, um chiclete livre de plástico será lançado, surpreendendo muitos que não tinham ideia de que estavam mastigando plástico há anos.

A nova borracha é feita de uma seiva extraída da árvore Manilkara zapota, conhecida popularmente como nespereira, sapote, sapoti chique ou goma, nativa da América Central.

Os chicletes Simply Gum não usa sabores artificiais ou conservantes, pelo contrário, utiliza ingredientes orgânicos, o que o torna melhor para o planeta e para as pessoas, já que se torna menos agressivo para o corpo.

Fonte: Criatives

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